Chega de 2013. Chega de correr atrás dos motivos que me deixavam com um pé atrás. Chega dessa plenitude ilusória. 2014 chegou com Sol, chegou com sorrisos, chegou com novidades. Foi necessária uma semana de liquidificador pra eu me misturar comigo mesma, de máquina de lavar pra eu lavar minha própria roupa suja e centrifugar até ser cuspida pra fora de vez. Saio de 2013 e entro em 2014. Limpa, pura, leve, feliz. Com muito amor pra dar, muitas verdades pra falar e muita vontade de viver de novo o que me faz bem. A tristeza da estagnação vem da repetição do que nos faz mal. Pra mim chegou. Não quero mais ver o que não quero ver. Não quero mais seguir o que não quero seguir. Não quero mais chamar o que não quero chamar. Parece fácil, mas não é, quando a missão de tantas outras pessoas é te fazer acreditar no contrário. Pense, analise e faça pra dentro, antes de berrar pro mundo. É mais importante, mais seguro, é melhor no início, meio e fim. Já parou pra pensar no quanto mais feliz você seria se parasse de se comparar com os outros, quer sejam os outros seus amigos ou os artistas de Hollywood? Você seria muito mais feliz. Você é mais feliz. Todo mundo em volta transforma num borrão o que era pra ser uma imagem linda e bem definida de tudo o que você precisa. Tomar cuidado com as pegadinhas em que o mundo em sociedade nos envolve é importante, é bonito e é inteligente. Eu começo esse ano assim: cheia de vontade de viver, o que há pra viver.

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