Meu tema preferido pra aconselhar os outros é, sem dúvida, relacionamentos. Eu não sei se já disse isso, mas vejo certas meninas, indo e voltando, cometendo sempre os mesmos erros e penso: “nossa, essas meninas não liam Capricho”. Eu aprendi tudo na Capricho: como fazer os homens ficarem a seus pés, como descobrir se aquele carinha está afim de você, como saber que você está preparada pra terminar um namoro e por aí vai. O assunto de hoje vai ser o terceiro. Como descobrir se você está 100% ou quase 100% preparada pra ficar solteira.

Primeiramente, se você se olha todos os dias no espelho sozinha e percebe que está gata e feliz, mas quando está do lado do seu namorado se sente feia e sem graça, triste e mau humorada, você está preparada. Se, por isso, as pessoas querem te amar mas não conseguem, além de preparada, você deveria estar lutando pra conseguir se livrar de um encosto, que sem a intenção de ser um escosto, suga de você o que você tem de bom e transforma você em alguém que não se permite sorrir e não se permite ser amada. E todos temos o direito de ser uma pessoa amável, desejada e querida.

É essa sensação que faz a gente crescer, evoluir, ficar bem conosco e poder fazer alguém feliz. Porque fazer alguém feliz é pra ser o principal objetivo da sua vida, quando esse alguém é você. Abdicar da sua felicidade, do seu poder de ser encantador, pra deixar outra pessoa feliz e fazer dela uma pessoa encantadora, é um sacrifício altruísta demais e o tempo que você perdeu fazendo isso não vai voltar e não vai ser recuperado se você continuar assim. A solução é afastar o que não te deixa aumentar você mesmo, porque nós precisamos ser grandes, pra poder fazer o que temos de fazer e consequentemente deixar quem está a nossa volta mais feliz e ser, involuntariamente, uma pessoa mais positiva pro mundo.

 
Não é justo tornar o nosso mundo pior pra tornar o mundo de uma pessoa muito melhor.  Não nascemos pra isso, nascemos pra achar um jeito de viver nossa vida da melhor forma possível. Sabendo como fazer isso, é idiota (isso mesmo!) fazer algo diverso e as consequências dessas atitudes altruístas estúpidas quem sofre é só você, sozinha, que não pode conversar com ninguém, porque como alguém vai te entender, se todo mundo está buscando a felicidade e você deixou a sua pra trás há tanto tempo, achando que conseguiria moldar o que tem à sua volta? Nossa vida, a gente não molda, a gente busca. Nós precisamos continuar a nossa história.
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